Repensar o software na era da IA

Quando produzir já não é o desafio, decidir e validar é essencial

Talk on-demand

A Inteligência Artificial está a aumentar a capacidade de execução das equipas. Código, documentação, análises e alternativas podem ser produzidos em cada vez menos tempo.

Mas produzir mais não significa decidir melhor. O bottleneck passa agora por escolher o que deve avançar, validar os resultados e garantir contexto, qualidade e controlo.

Nesta talk on-demand, Suzanne Daniels, Chief Developer Advisor na Microsoft, explora o que muda quando a IA deixa de ser apenas uma ferramenta de apoio e começa a assumir um papel cada vez mais ativo na forma como desenvolvemos software e organizamos o trabalho.

TÓPICOS PRINCIPAIS:
  • Porque o verdadeiro bottleneck da IA está a passar da execução para a decisão e validação;
  • Como distinguir um output convincente de um resultado em que podemos realmente confiar;
  • O que muda quando agentes começam a atuar com maior autonomia ao longo do ciclo de desenvolvimento;
  • Como preparar pessoas, processos e equipas para escalar a utilização de IA com qualidade, contexto e responsabilidade.

A IA consegue produzir mais. Mas quem decide o que merece avançar?

A IA já pode apoiar diferentes momentos do desenvolvimento de software, da definição de requisitos e planeamento ao código, testes e operação. O desafio deixa de estar apenas em aumentar a produtividade: passa por garantir que as organizações conseguem acompanhar essa velocidade com pensamento crítico, contexto, critérios de validação e limites claros para a autonomia.

Da execução à decisão

Perceba como, à medida que a IA acelera a produção, o valor humano se desloca para definir o que importa, o que avança e como avaliar o resultado.

Outputs que parecem certos

Um resultado completo e convincente não é necessariamente correto. Conhecimento, contexto e pensamento crítico tornam-se ainda mais importantes quando a produção é mais rápida.

IA ao longo de todo o ciclo

Explore como agentes podem apoiar desde requisitos e planeamento até desenvolvimento, testes e operação, e porque acelerar cada etapa isoladamente não significa transformar o processo.

Autonomia com limites

Dar mais autonomia aos agentes exige definir claramente o que podem fazer, o que não podem fazer e em que condições podem agir, através de constraints, guardrails e políticas.

Responsabilidade humana

Os agentes podem executar e tomar decisões dentro de determinados limites, mas a autoridade não desaparece. Perceba porque a responsabilidade pelo que avança continua a precisar de estar claramente definida.

Equipas preparadas para a IA

Adotar IA não é apenas disponibilizar novas ferramentas. Descubra porque processos, papéis, competências e formas de colaboração também precisam de evoluir para transformar velocidade em valor.

Oradores

Retrato da oradora Suzanne Daniels sobre fundo azul.

Suzanne Daniels

Sr. Chief Developer Advisor,
Microsoft

Mulher a trabalhar num computador portátil num ambiente profissional, representando a adoção de novas formas de trabalho com tecnologia e IA.

Se produzir já não é o problema, onde está agora o valor?

A IA pode acelerar a execução, mas não substitui a necessidade de definir direção, questionar resultados e decidir com confiança.

Nesta talk, descubra o que pessoas, equipas e organizações precisam de repensar para acompanhar uma tecnologia que já não se limita a assistir – começa também a agir.

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